13 – The Chemicals of Life

013Número de Publicação – 13
Título – The Chemicals of Life (1954)
Título em Português – A Química da Vida

Resenha de John H. Jenkins, do site Asimov Reviews
Este é o primeiro trabalho solo de Asimov em um livro de não-ficção. Como tal, é empolgante pegá-lo para ler, pois é um lampejo de todas as coisas maravilhosas que estão por vir. No entanto, por seus próprios méritos, não é assim tão espetacular, como o próprio Asimov afirmou. Basicamente é uma versão mais juvenil de Biochemistry and Human Metabolism. Usa terminologias técnicas um pouco demais para um livro que se propõe para jovens, e o estilo de Asimov ainda está um pouco rígido em comparação ao que se tornaria seu estilo típico anos depois.

Pior ainda, pega uma das fraquezas do livro acima mencionado (sua inadequação quanto ao tratamento dado ao DNA) e faz ainda pior, pois esse livro nem chega a mencionar o DNA! Em sua defesa, devemos dizer que o livro estava sendo escrito ao mesmo tempo em que Crick e Watson estavam provando a importância do DNA, e Asimov corrigiu essa falha assim que foi possível, mas acaba deixando um buraco mesmo assim. Além disso, é claro, está desatualizado em mais de 50 anos. Não sei de nenhuma descoberta recente que torne nada no livro realmente equivocado, mas o livro acaba perdendo o interesse. Isso não é culpa de Asimov, mas faz com que o livro tenha mais valor como relíquia histórica do que qualquer outra coisa. Vale a pena ler – para ler Asimov, não para aprender bioquímica. (Traduzido por João Wolf)

O comentário a seguir foi postado em 2015 como resposta a essa resenha, e achei interessante compartilhá-lo:

“Eu li The Chemicals of Life há mais de 40 anos e atribuo meu sucesso em controlar meu peso ao meu entendimento das calorias que existem nos vários alimentos baseado nas explicações desse livro. Se esse livro tivesse sido leitura obrigatória nas escolas, talvez tivéssemos reduzido a epidemia de obesidade. Eu desenvolvi meu gosto por legumes, verduras e frutas e diminuí muito meu consumo de carnes e lanches e óleos, e qualquer coisa frita, muito por causa do meu entendimento desse livro. (Eu era uma criança acima do peso na escola)”. Tom, Carolina do Norte

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